SONATA EM AUSCHWITZ
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SONATA EM AUSCHWITZ

Um bebê nascido nas barracas de Auschwitz-Birkenau em outubro de 1944 e uma sonata composta por um jovem oficial alemão, na mesma data, também em Auschwitz, dão origem a duas histórias que se cruzam e se completam. Décadas depois, Amália, portuguesa com ascendência alemã, começa a levantar o véu do passado nazista de sua família a partir de uma partitura que lhe é revelada por sua bisavó. A dúvida de que o avô, dado como morto antes do fim da Segunda Guerra, possa estar vivo no Rio de Janeiro leva Amália a atravessar o oceano e a conhecer um casal de judeus sobreviventes do Holocausto. A ascensão do nazismo em Berlim, a saga dos judeus húngaros da Transilvânia, os mistérios acontecidos no campo de extermínio da Polônia e o pós-guerra numa casa cheia de segredos à beira de um lago de Potsdam oferecem os trilhos que Amália percorrerá para montar o quebra-cabeça.Luize Valente é uma autora cujas tramas nascem de sua imaginação privilegiada e ganham corpo com pesquisa histórica rigorosa. Elaborada com extrema sensibilidade e precisão investigativa, sua narrativa envolve o leitor em mistério, suspense e profundos sentimentos.
Editora: RECORD
ISBN: 9788501111333
ISBN13: 9788501111333
Edição: 1ª Edição - 2017
Número de Páginas: 378
Acabamento: BROCHURA
Formato: 16.00 x 23.00 cm.
por R$ 44,90  

Avaliações dos clientes

F. 14/11/2017

Sensacional - é a palavra! No sentido da qualidade literária e no sentido literal, da riqueza de sensações que experimentamos ao lê-lo. Literatura sensorial, eu diria - porque consegue nos fazer sentir cheiros, sabores, ver os lugares em três dimensões, cinematograficamente, ouvir melodias. Extremamente envolvente da primeira à última linha (nenhuma sendo em excesso), raramente se viu na literatura ficcional um retrato tão magistral e rico do quadro histórico da Segunda Guerra Mundial relacionado à ascensão do nazismo e ao Holocausto, e ao mesmo tempo tão poderoso na forma como nos torna realmente presentes nesse passado recente, mexendo profundamente com nossas emoções e sentimentos, como se estivéssemos na pele das personagens. Personagens, aliás, fascinantes, porque complexas, absolutamente humanas. O romance flui, denso e caudaloso, à margem de qualquer tipo de maniqueísmo. É instigante a existência de várias vozes narrativas que se cruzam e se completam, como que formando um puzzle. A impressão é a de que estamos sendo sutilmente levados por um labirinto, onde, a qualquer "esquina", podemos ser (e somos) assaltados por um arrepio, uma falta de ar, um longo sorriso, ou lágrimas... e de onde saímos como se nascêssemos, com uma nova respiração. Sonata em Auschwitz nos faz refletir também sobre os ciclos que historicamente se repetem, sobre a guerra e o amor, a resistência e a arte como condições humanas extremas e não excludentes. Um romance sobre o incompreensível, mas também sobre a esperança. Uma Sonata para a Humanidade - foi o que Luize Valente escreveu. Belo, apaixonante, transformador, arrebatador. O melhor romance histórico que já li.
100%

F. 13/11/2017

Sensacional - é a palavra! No sentido da qualidade literária e no sentido literal, da riqueza de sensações que experimentamos ao lê-lo. Literatura sensorial, eu diria - porque consegue nos fazer sentir cheiros, sabores, ver os lugares em três dimensões, cinematograficamente, ouvir melodias. Extremamente envolvente da primeira à última linha (nenhuma sendo em excesso), raramente se viu na literatura ficcional um retrato tão magistral e rico do quadro histórico da Segunda Guerra Mundial relacionado à ascensão do nazismo e ao Holocausto, e ao mesmo tempo tão poderoso na forma como nos torna realmente presentes nesse passado recente, mexendo profundamente com nossas emoções e sentimentos, como se estivéssemos na pele das personagens. Personagens, aliás, fascinantes, porque complexas, absolutamente humanas. O romance flui, denso e caudaloso, à margem de qualquer tipo de maniqueísmo. É instigante a existência de várias vozes narrativas que se cruzam e se completam, como que formando um puzzle. A impressão é a de que estamos sendo sutilmente levados por um labirinto, onde, a qualquer "esquina", podemos ser (e somos) assaltados por um arrepio, uma falta de ar, um longo sorriso, ou lágrimas... e de onde saímos como se nascêssemos, com uma nova respiração. Sonata em Auschwitz nos faz refletir também sobre os ciclos que historicamente se repetem, sobre a guerra e o amor, a resistência e a arte como condições humanas extremas e não excludentes. Um romance sobre o incompreensível, mas também sobre a esperança. Uma Sonata para a Humanidade - foi o que Luize Valente escreveu. Belo, apaixonante, transformador, arrebatador. O melhor romance histórico que já li.
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