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    XINGU - HISTORIAS DOS PRODUTOS DA FLORESTA

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    817722

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    Sinopse

    O encontro entre comunidades indígenas e a racionalidade econômica não está fadado a resultar em tragédia anunciada. É bem verdade que destruição, doenças e desagregação social são, de forma esmagadora- mente predominante (e não só no Brasil), os principais produtos, para as sociedades nativas, de sua relação com os mercados. Mas as coisas podem ser diferentes. É o que começam a demonstrar, na prática, comunidades indígenas do Alto Xingu e ribeirinhas da Terra do Meio. Ao fazê-lo, elas estão contribuindo a um conjunto de atividades que se contrapõem à violência e ao desmatamento na Amazônia. Mais que isso, elas convidam a uma reflexão inovadora sobre um tema clássico das ciências sociais, a relação entre economia e sociedade, entre mercados e vida comunitária.
    Este é o duplo interesse deste livro. Por um lado, ele é escrito por ativistas, por pessoas que buscam recursos e soluções práticas para os desafios de quem vive em áreas dispersas, desprovidas dos serviços básicos constitutivos da cidadania. Mas ele é também um texto de caráter reflexivo a auto-refletivo sobre o alcance e os riscos de fortalecer os valores tradicionais dos povos da floresta, não por alguma espécie de redoma que os isolasse do restante da vida social, mas, ao contrário, estimulando a emergência de mercados que reconheçam e desenvolvam as funções decisivas desses povos num dos maiores desafios de nosso tempo: a transição do que tem sido até aqui uma economia da destruição para uma economia do conhecimento da natureza.
    O encontro entre comunidades indígenas e a racionalidade econômica não está fadado a resultar em tragédia anunciada. É bem verdade que destruição, doenças e desagregação social são, de forma esmagadora- mente predominante (e não só no Brasil), os principais produtos, para as sociedades nativas, de sua relação com os mercados. Mas as coisas podem ser diferentes. É o que começam a demonstrar, na prática, comunidades indígenas do Alto Xingu e ribeirinhas da Terra do Meio. Ao fazê-lo, elas estão contribuindo a um conjunto de atividades que se contrapõem à violência e ao desmatamento na Amazônia. Mais que isso, elas convidam a uma reflexão inovadora sobre um tema clássico das ciências sociais, a relação entre economia e sociedade, entre mercados e vida comunitária.
    Este é o duplo interesse deste livro. Por um lado, ele é escrito por ativistas, por pessoas que buscam recursos e soluções práticas para os desafios de quem vive em áreas dispersas, desprovidas dos serviços básicos constitutivos da cidadania. Mas ele é também um texto de caráter reflexivo a auto-refletivo sobre o alcance e os riscos de fortalecer os valores tradicionais dos povos da floresta, não por alguma espécie de redoma que os isolasse do restante da vida social, mas, ao contrário, estimulando a emergência de mercados que reconheçam e desenvolvam as funções decisivas desses povos num dos maiores desafios de nosso tempo: a transição do que tem sido até aqui uma economia da destruição para uma economia do conhecimento da natureza.
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    Ficha técnica

    Especificações

    ISBN9788582260425
    Pré vendaNão
    Peso522g
    Livro disponível - pronta entregaSim
    Dimensões21 x 16 x 2.4
    IdiomaPortuguês
    Tipo itemLivro Nacional
    Número de páginas388
    Número da edição1ª EDIÇÃO - 2017
    Código Interno817722
    Código de barras9788582260425
    AcabamentoBROCHURA
    EditoraISA AMERICA DO SUL
    Sob encomendaNão
    CoordenadorVILLAS-BOAS, ANDRE

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