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Sinopse
Arte e beleza na estética medieval
, Umberto Eco convida o leitor a redescobrir a Idade Média para além dos estereótipos de um período marcado apenas por crises e obscurantismo. Com a erudição e a clareza que o consagraram como um dos maiores intelectuais contemporâneos, Eco revela uma época rica em transformações culturais, filosóficas e artísticas, cuja influência continua presente no mundo moderno.
Partindo das concepções medievais sobre o belo, o autor explora as relações entre arte, moralidade, religião e conhecimento, investigando como pensadores, teólogos e artistas compreenderam a experiência estética entre os séculos VI e XV. Em uma sociedade na qual beleza, bondade e divindade estavam profundamente conectadas, a arte assumia significados que ultrapassavam a simples contemplação, tornando-se parte essencial da visão de mundo medieval.
Ao longo da obra, Eco questiona a ideia de que a Idade Média teria sido indiferente à estética e demonstra a riqueza dos debates sobre beleza, gosto, ornamentação, criação artística e apreciação da arte. Dialogando com filósofos, escritores e teólogos de diferentes períodos, ele traça um panorama abrangente das concepções estéticas medievais e de sua evolução ao longo dos séculos.
Publicado originalmente em 1959, este clássico permanece uma referência fundamental para compreender não apenas a cultura medieval, mas também as origens de muitos conceitos que ainda moldam nossa percepção da arte e da beleza. Elegante, instigante e acessível,
Arte e beleza na estética medieval
oferece uma fascinante viagem intelectual por um dos períodos mais complexos e influentes da história ocidental.
Ficha Técnica
Especificações
| ISBN | 9788501081414 |
|---|---|
| Tradutor para link | SABINO MARIO |
| Pré venda | Não |
| Biografia do autor | Umberto Eco nasceu em Alexandria, Itália, em 1932. É semiólogo, professor, escritor. Entre suas obras ensaísticas destacam-se: Obra aberta (1962), A estrutura ausente (1968), Tratado geral de semiótica (1975), Lector in fabula (1979), Semiótica e filosofia da línguagem (1984), Os limites da interpretação (1990), A busca da língua perfeita (1993), Seis passeios pelos bosques da ficção (1994), Kant e o ornitorrinco (1997), Sobre a literatura (2002). Entre suas coletâneas, ressaltam-se: Diário mínimo (1963), O segundo diário mínimo (1990), com uma primeira antologia de textos publicados na seção La Bustina di Mi nerva da revista L’Espresso, Cinco escritos morais (1997) e La Bustina di Minerva (2000). Em 1980 estreou na ficção com O nome da rosa (Prêmio Strega 1981), seguido por O pêndulo de Foucault (1988), A ilha do dia anterior (1994), Baudolino (2000) e A misteriosa chama da rainha Loana (2004). Também é autor de História da beleza (2004) e História da feiura (2007). |
| Peso | 416g |
| Autor para link | ECO UMBERTO |
| Livro disponível - pronta entrega | Sim |
| Dimensões | 2 x 14 x 21 |
| Idioma | Português |
| Tipo item | Livro Nacional |
| Número de páginas | 352 |
| Número da edição | 1ª EDIÇÃO - 2010 |
| Código Interno | 608117 |
| Código de barras | 9788501081414 |
| Acabamento | BROCHURA |
| Autor | ECO, UMBERTO |
| Editora | RECORD |
| Sob encomenda | Não |
| Tradutor | SABINO, MARIO |
