De Imbecil Coletivo ao Imbecil Desarmado é mais que um manifesto filosófico e histórico contra o projeto de desarmamento civil. É, sim, um desabafo. Inspirado na tradição crítica de Olavo de Carvalho, a obra mostra como a engenharia cultural — conduzida por universidades, ONGs e meios de comunicação — fabricou uma pedagogia da covardia, transformando cidadãos em cordeiros obedientes. Partindo de exemplos históricos — dos filisteus contra os israelitas, passando pela Alemanha nazista e pela França ocupada, até chegar ao Brasil contemporâneo —, o autor revela a linha ininterrupta que conecta o desarmamento ao avanço da tirania. Amparado em fontes clássicas (Locke, Tomás de Aquino, Russell Kirk) e modernas (Bene Barbosa, Stephen Halbrook, John Taylor Gatto), o livro denuncia as estatísticas manipuladas, a retórica sentimental e o relativismo moral que sustentam a indústria do medo. Com linguagem ferina, sarcástica e indignada — herdeira direta da verve olaviana — a obra não se limita a criticar: convoca o leitor a recuperar a coragem como virtude política e a legítima defesa como imperativo moral. Mais que um estudo sobre armas, é um chamado à liberdade. Em verdade, o autor utiliza o método utilizado na política de desarmamento para tentar despertar nos leitores um sentimento de patriotismo e liberdade, chacoalhando aqueles que por anos foram castrados ideologicamente a não pensar, a não reagir e, o pior de tudo, a se conformar com migalhas ideológicas fornecidas por meio de sofismas produzidos pelos "imbecis coletivos" das ditas academias, que não mais aceitam a pluralidade de ideias. Retornamos a tempos medievais, onde aqueles que pensavam diferente eram queimados em fogueiras; hoje, aqueles que ousam sair do "politicamente correto" são cancelados digitalmente. Assim, o lema da obra é chamar o leitor a entender com profundidade a frase de Olavo: "Moderação na defesa da verdade é serviço prestado à mentira!", ou seja, todos devem ter o conhecimento necessário para não se calar diante das mentiras contadas todos os dias. Público-alvo: leitores conservadores, liberais, praticantes de tiro, estudiosos de filosofia política, cidadãos preocupados com segurança pública e qualquer pessoa que desconfie da manipulação cultural que tenta impor a servidão como virtude. Mensagem central: o desarmamento não é política de segurança, mas de controle social. Resistir a ele é defender a própria dignidade humana.