Nos quatro cantos do planeta, indivíduos e organizações semeiam novas formas de viver. Com o aumento progressivo da renda das famílias nos países mais pobres, milhões de pessoas engrossaram o mercado de consumo. As boas práticas agrícolas deverão conciliar alta produtividade com o gerenciamento sustentável dos recursos naturais. Se a sustentabilidade é um alvo móvel praticamente impossível de ser atingido em seu centro, pode-se apreender a previsão dos seus movimentos. Na transição e evolução para negócios mais sustentáveis, o Brasil tem mais a oferecer do que a receber. As políticas governamentais e as estratégias empresariais tendem a se voltar para o aumento da produtividade do agronegócio. Certamente os resultados irão em direção às negociações relativas a barreiras comerciais impostas aos seus produtos, principalmente as não tarifárias associadas aos mecanismos de contenção das mudanças climáticas. Na busca da economia de baixo carbono, o Brasil certamente está entre aqueles bem posicionados para realizar essa transição no mundo.