ILUSÕES BÁRBARAS - martinsfontespaulista

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    ILUSÕES BÁRBARAS

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    Sinopse

    “Vamos, atenda o telefone,/ é urgente, quero cantar pra você” — na poesia de Moisés Alves, em
    Ilusões bárbaras
    , há sempre uma conversa acontecendo ou tentando acontecer. Há um “você” e um “eu”. Por vezes, temos a impressão de que quem fala “eu” é o próprio poema, que lança suas palavras em direção ao poeta. Noutras, é ele quem diz “eu” e nos coloca, leitores, no lugar desse “você”, que recebe as setas afiadas nas horas mais comuns: “A vida é uma guerra./ Espalhada por todo canto,/ inclusive nas casas”.


    O que essas conversas nos mostram são relações intensas, truncadas pela incompreensão, pelos silêncios (nunca ouvimos, do outro lado, a voz do “você”), pela violência. Há o forte desejo de escapar dessa espiral, mas os caminhos não são simples: “sei bem do que viver é capaz”. Há fúria movendo-se por dentro, mas, de repente, tudo se enrosca ao temor de que já seja tarde demais para que as coisas mudem de rumo: “uma mágoa não se arrasta/ tão facilmente de um canto a outro/ sem ferir o chão da casa”.

    O pai, a mãe, os deuses, os amantes são convidados a entrar nos poemas, mas é sempre ríspida a recepção: “O amor é um cão/ em cólera”. Talvez venham daí, desse atrito de que elas nunca fogem, a densidade e a força dessas palavras colhidas na vida, que têm “cor, ritmo, hálito, sabor”, como afirma Jorge Alencar na orelha do livro.

    Ficha Técnica

    Especificações

    ISBN9786561391344
    Pré vendaSim
    Biografia do autor“Vamos, atenda o telefone,/ é urgente, quero cantar pra você” — na poesia de Moisés Alves, em Ilusões bárbaras, há sempre uma conversa acontecendo ou tentando acontecer. Há um “você” e um “eu”. Por vezes, temos a impressão de que quem fala “eu” é o próprio poema, que lança suas palavras em direção ao poeta. Noutras, é ele quem diz “eu” e nos coloca, leitores, no lugar desse “você”, que recebe as setas afiadas nas horas mais comuns: “A vida é uma guerra./ Espalhada por todo canto,/ inclusive nas casas”. O que essas conversas nos mostram são relações intensas, truncadas pela incompreensão, pelos silêncios (nunca ouvimos, do outro lado, a voz do “você”), pela violência. Há o forte desejo de escapar dessa espiral, mas os caminhos não são simples: “sei bem do que viver é capaz”. Há fúria movendo-se por dentro, mas, de repente, tudo se enrosca ao temor de que já seja tarde demais para que as coisas mudem de rumo: “uma mágoa não se arrasta/ tão facilmente de um canto a outro/ sem ferir o chão da casa”. O pai, a mãe, os deuses, os amantes são convidados a entrar nos poemas, mas é sempre ríspida a recepção: “O amor é um cão/ em cólera”. Talvez venham daí, desse atrito de que elas nunca fogem, a densidade e a força dessas palavras colhidas na vida, que têm “cor, ritmo, hálito, sabor”, como afirma Jorge Alencar na orelha do livro.
    Peso202g
    Autor para link
    Livro disponível - pronta entregaNão
    Dimensões1 x 13.5 x 20
    IdiomaPortuguês
    Tipo itemLivro Nacional
    Número da edição1ª EDIÇÃO - 2026
    Código Interno1219288
    Código de barras9786561391344
    AcabamentoBROCHURA
    AutorALVES, MOISES
    EditoraCIRCULO DE POEMAS
    Sob encomendaNão

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