NINGUÉM MORREU NAQUELE OUTONO - martinsfontespaulista

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    NINGUÉM MORREU NAQUELE OUTONO

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    Sinopse

    Neste livro de estreia, a poesia de Manoella Valadares assume seu devir-medusa, na medida em que, como uma água-viva, flutua pelas, às vezes, densas águas do cotidiano. Por esse fluxo, o título emerge em um lugar ambíguo entre a afirmação e a interrogação — a certeza de que ninguém morreu se confunde com a dúvida sobre uma possível morte, ainda não enunciada. Isso não quer dizer, no entanto, que os poemas, em seu conjunto, narrem uma história calcada nessa dualidade. Na realidade, eles mobilizam uma certa teatralidade que elenca e justapõe cenas turvas, quase submarinas, anfíbias, de modo que “Ninguém morreu naquele outono”, tomado em sua totalidade, funcione como um festival de pequenas peças que dialogam sem que uma explique ou elucide a outra. Por essas águas, sempre que algo é dito, em outro movimento, algo se perde; eis aí o nado ondulatório da medusa.

    Ficha Técnica

    Especificações

    ISBN9786585830072
    Pré vendaNão
    Peso150g
    Autor para link
    Livro disponível - pronta entregaNão
    Dimensões21 x 14 x 0.8
    IdiomaPortuguês
    Tipo itemLivro Nacional
    Número de páginas86
    Número da edição1ª EDIÇÃO - 2024
    Código Interno1206881
    Código de barras9786585830072
    AcabamentoBROCHURA
    AutorVALADARES, MANOELLA
    EditoraTELARANHA
    Sob encomendaSim

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